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Agora, atenção ao fechamento do mercado futuro.

Nos preços de ajuste divulgados pela B3 nesta terça-feira, todos os vencimentos do boi gordo encerraram em alta.

Setembro fechou a R$ 362,75 por arroba, alta de 1,10%.

Outubro terminou em R$ 378,95, valorização de 1,30%.

Novembro ficou em R$ 383,30, avanço de 1,28%.

Dezembro encerrou a R$ 383,35, alta de 1,15%.

Janeiro de 2027 ficou em R$ 384,30, valorização de 0,97%.

E fevereiro de 2027 terminou em R$ 382,70, alta de 0,66%.

A curva futura mostra uma mudança importante a partir de outubro, com a arroba trabalhando próxima ou acima dos R$ 380 durante todo o último trimestre.

Na comparação nominal com a referência física paulista de R$ 350, o contrato de setembro apresenta uma diferença de R$ 12,75 por arroba. Em dezembro, essa diferença chega a R$ 33,35.

Mas não confunda preço futuro com venda garantida. Prazo, praça, custos da operação e diferença de base precisam entrar nessa conta.

O mercado futuro está precificando oferta mais restrita de animais terminados, aumento sazonal do consumo no fim do ano e possível retomada das compras chinesas para a cota de 2027.

Ao mesmo tempo, o dólar comercial ficou em R$ 5,09, com queda de 0,73%, retirando parte do suporte cambial das exportações.

No custo da alimentação, o milho futuro recuou na B3. Setembro fechou em R$ 71,08 por saca, queda de 0,93%, enquanto novembro terminou em R$ 76,73, baixa de 1,35%. Isso alivia parte da pressão sobre a alimentação do gado, mas não muda imediatamente a oferta de animais terminados.