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DOENÇA DE NEWCASTLE EM SANTA CATARINA: o que aconteceu em Nova Itaberaba?

Um foco do vírus foi identificado em uma granja comercial de perus no Oeste catarinense. A detecção ocorreu durante a vigilância sanitária. As aves não apresentavam sinais da doença, mas os exames confirmaram a presença do vírus.

Na propriedade havia cerca de 6 mil perus. As aves foram sacrificadas e enterradas conforme os procedimentos sanitários. Nenhuma foi destinada ao consumo ou chegou ao mercado. O abate sanitário terminou em 20 de outubro, e a granja passa por limpeza e desinfecção.

A vigilância segue nas propriedades da região. Mais de 1.600 propriedades rurais estão sendo vistoriadas, e 133 granjas recebem acompanhamento especial, com avaliação das aves e coleta de amostras. A emergência zoossanitária por 60 dias abrange Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim.

O foco também trouxe restrições às exportações de produtos avícolas. Na atualização do Ministério da Agricultura de 21 de outubro, México e Malásia haviam suspendido a entrada de determinados produtos do Brasil. China e Arábia Saudita restringiram produtos de Santa Catarina. O Chile também adotou restrições para produtos catarinenses. As regras variam conforme o país e o tipo de produto.

Para o consumidor, o Ministério da Agricultura informa que os produtos avícolas submetidos à inspeção oficial continuam seguros. Os perus da granja onde o vírus foi detectado não foram destinados à produção de alimentos.

O caso segue em monitoramento. O Ministério da Agricultura e a defesa sanitária de Santa Catarina continuam trabalhando para conter o foco e evitar a disseminação do vírus.

Informações: Ministério da Agricultura e Cidasc. Atualização consultada em 22/10/2026.

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