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Na pecuária de corte, o tempo também cobra juros.Durante os 20 anos do Grupo GERAR, o Prof. Zequinha mostrou que investir em genética bovina não é apenas comprar um animal mais caro.
É colocar dentro da fazenda maior potencial de desempenho, e criar as condições para que esse potencial apareça.
Esse trabalho começa na reprodução.
Com a IATF — Inseminação Artificial em Tempo Fixo — o produtor consegue utilizar genética selecionada em um número maior de matrizes, organizar a estação reprodutiva, concentrar os partos e formar lotes de bezerros mais uniformes.
Uma vaca eficiente, emprenhando no período planejado, pode produzir um bezerro com maior potencial de desenvolvimento.
Com alimentação, sanidade e manejo adequados, esse animal ganha peso mais cedo, encurta a recria e a engorda e chega ao abate mais jovem.
É sair de 48 meses para 36.
De 36 para 24.
E, nos sistemas mais eficientes, chegar aos 18 meses.
Isso significa aumentar a taxa de desfrute: produzir e comercializar mais animais, em menos tempo, sem precisar ampliar o rebanho na mesma proporção.
A genética entrega potencial; o sistema da fazenda precisa transformar esse potencial em desempenho.
E existe ainda o custo financeiro. Com juros próximos de 15% ao ano, manter o capital imobilizado no rebanho por mais 6 ou 12 meses pode consumir uma parte importante da margem.
Por isso, a pergunta não é somente quanto custa investir em genética e IATF.
A pergunta correta é: quanto custa perder tempo dentro da fazenda?
E aí, você já utiliza a IATF na sua propriedade?
Conhece todos os benefícios dessa tecnologia ou tem interesse em aprender como aplicá-la no seu rebanho?
Então procure o Grupo GERAR, acompanhe a Zoetis @zoetisbovequibrasil aqui no Instagram.
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